Depois de cinco anos fazendo o público viajar pelo céu sem sair de casa, o Planetário Virtual Unikósmica chega à sua última edição nesta sexta-feira, 21 de novembro. O programa de número 60 encerra um ciclo iniciado em janeiro de 2021, com transmissão ao vivo sempre na primeira sexta-feira do mês, às 19h30, no canal YouTube Unikosmica.
Criado pela Universidade Livre de Educação Cósmica – Unikósmica, em uma ação com parceria da Universidade Federal de Goiás (UFG) e, posteriormente, agregando a AeroSpaceGyn, o projeto nasceu para difundir noções de astronomia. Para tanto, a coordenação geral é do astrônomo Paulo Sobreira, professor titular da UFG.
O destaque do programa é o passeio pelo céu virtual de diferentes culturas, guiado pelo cosmógrafo Paulo Sobreira, bem como a apresentação das efemérides do mês. Mas ao longo de sua trajetória a estrutura foi envolvendo novos quadros, como a coluna de notícias espaciais comentadas pelo biólogo Daniel Vinhal, CEO da AeroSpaceGyn, que associou-se ao projeto; bem como o quadro de imagens celestes para contemplação. As apresentações também se enriqueceram com os comentários da pedagoga Ana Santos, coordenadora da Unikósmica.
Educação – Em cinco anos, Paulo Sobreira, que é pós-doutor em Educação em Ciências e Matemática e integra instituições de relevância nacional e internacional, como a Associação Brasileira de Planetários e a Unión de Planetarios de América del Sur,
cuidou para que o projeto pudesse manter seu compromisso com a divulgação científica.
Para ele, o Planetário Virtual Unikósmica cumpriu um papel essencial ao estimular a conexão do público com o céu. “Todos os dias, o Sol e os astros noturnos nos convidam a observá-los e a compreendê-los. Através de um planetário virtual, podemos ter acesso às curiosidades e informações sobre esses fenômenos”.
Ao longo de suas 60 edições, o Planetário Virtual Unikósmica se consolidou como um espaço de aprendizagem contínua e encantamento. Com o encerramento do projeto, esse acervo está disponível na playlist do YouTube Unikosmica, permitindo que novos públicos possam consumir os conteúdos. Em outras palavras, o convite para olhar para cima — e se perceber parte do cosmos — continua vivo.